Conto em sonho

Luto em sonho

Até a morte; venço.

Nasce o dia.

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Versos à lua

O que fazes aqui preenchendo-nos o céu?

Tuas luzes se vão longe, teus caprichos vão ao léu

Ó lua, das melodias tu és minha voz

Dos amores a nascente, das tristezas é minha foz.

 

Mostra-te a mim, ó lua.

Sem título

Sou o mesmo que conheceste outrora

N’alvorada de um amor florescente;

Serei agora como a luz do sol nascente

Ou face implacável de sombria aurora?

 

Cada dia é um regime de urgência,

Contínuo apagar para reconstruir;

Guiado por cautelosa inconsequência

Para que a vida possa assim seguir.

 

Sábia é nossa fraqueza;

Entre o inferno e o firmamento

Tudo que resta é viver

 

O que me guia é a incerteza;

Ensinamentos a cada momento,

O aprender sem se arrepender.

Behind The Painted Smile

 

 

This is the Voice Of Fate, with the latest news. Have a good evening.

England Triumphs.

 

1997

Guy Fawke’s is back on track

Blood flowing through his heart, his eyes are filled with black

From Shadows Gallery, Anarchy shall arise

Overcoming boundaries, Leadership shall be demised

 

Room number Five

The origin of terror, there is no place to hide

Right from the darkness, comes the Voice of Fate

Full of prejudice and mothafuckin Hate

 

Remember, Remember, The Fifth Of November

In the blade of the sword remains the final word

 

No room for sinners

In this vicious cabaret

Yides,queers or blacks, no matter what you say

Behind the painted smile, no anger,pain or fright

For now we celebrate, enjoy Bonfire Night

 

Norsefire rules all over  this land,

Right within their veins, the only thing is sand

Strings of Power attached to everyone

Through hands of puppets, all evil shall be done

 

Remember, Remember, The Fifth Of November

In the blade of the sword remains the final word

 

No room for sinners

In this vicious cabaret

Yides,queers or blacks, no matter what you say

Behind the painted smile, no anger,pain or fright

For now we celebrate, enjoy Bonfire Night

Erro e desacerto

O métron coletivo, a maestria

Banaliza o olvidar do limite;

Faz confundir realidade e fantasia,

Erigir certezas de infeliz palpite.

Há muitos que pelejam diária batalha

Sem ver o esforço compensado;

Sentem que o acerto tão lutado

Se perde na lama de tão humana falha.

Dentre as virtudes terrenas

Maldita e bela desobediência

Artífice de glória e perdição

Sombras disformes em almas plenas

Erro e desacerto são essência

Do bicho homem em sua pura imperfeição